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Você consegue reconhecer um vídeo produzido com inteligência artificial?

Atualizado: 4 de jun.

Fizemos um experimento para saber se nossos seguidores nas redes sociais conseguiam identificar um vídeo gerado com recursos de inteligência artificial de outro produzido pelo método tradicional. O resultado nos surpreendeu

Ricardo Tadashi, 37 anos, sócio da Jabuticaba Conteúdo, assumiu em março o cargo de Chief Artificial Intelligence Officer (CAIO), com a tarefa de incorporar a inteligência artificial ao dia a dia da empresa. Atualmente, há recursos de IA que podem ser utilizados em todas as etapas da produção audiovisual, do roteiro à edição, sem contar as facilidades na produção de textos que ficaram populares com o Chat GPT. Tadashi idealizou e produziu um experimento sobre o uso da IA em vídeos, usando sua imagem e voz, que consistiu no seguinte:


  • Primeiro, no nosso Estúdio, ele foi gravado com equipe e equipamento profissionais, mas contando a história da Branca de Neve.

  • Depois, fez o upload da gravação e de um roteiro original num programa de inteligência artificial. O programa usou a imagem e a voz originais de Tadashi para criar um novo vídeo, que você pode assistir no nosso LinkedIn.

  • O resultado era um dos episódios de uma websérie, divulgada durante os meses de abril e maio, na qual profissionais da Jabuticaba contam sobre os bastidores do nosso novo posicionamento estratégico. Todos os seis vídeos, com exceção do de Tadashi, são originais.

  • Para finalizar, nossa equipe de mídia social publicou uma enquete nas redes da Jabuticaba pedindo para as pessoas dizerem qual entre dois dois vídeos da mesma série, o de Tadashi, feito com AI, e outro, com produção tradicional. Um terço dos participantes erraram qual dos dois havia sido gerado com inteligência artificial.


Tadashi conta sobre o experimento neste vídeo que usa tanto sua voz e imagem originais quanto o material gerado por inteligência artificial.



Chat GPT explica os riscos do uso da IA em vídeos


Perguntamos ao Chat GPT, a ferramenta de inteligência artificial generativa lançada no final de 2022 pela Open AI, quais os riscos de usar a inteligência artificial (IA) na produção de vídeos. Obtivemos a seguinte resposta.


Aqui estão alguns dos principais riscos do uso da Inteligência Artificial em vídeos:
  1. Desinformação e deepfakes: A IA pode ser usada para criar vídeos falsos altamente realistas (deepfakes), que podem ser usados para espalhar desinformação, manipular a opinião pública ou prejudicar a reputação de indivíduos.

  2. Perda de empregos: A automação de tarefas tradicionalmente realizadas por editores, roteiristas e outros profissionais pode levar à redução de empregos na indústria de produção de vídeos.

  3. Dependência excessiva da tecnologia: A confiança excessiva em ferramentas de IA pode diminuir a criatividade humana e a originalidade, resultando em conteúdos que são produzidos de maneira genérica e repetitiva.

  4. Questões de privacidade: A coleta e análise de grandes volumes de dados de usuários para personalização de conteúdo levantam preocupações sobre a privacidade e a segurança desses dados.

  5. Viés algorítmico: Algoritmos de IA podem perpetuar e amplificar vieses existentes se forem treinados com dados tendenciosos, resultando em conteúdos que não representam adequadamente todas as partes da sociedade.

  6. Controle de direitos autorais: A IA pode gerar novos conteúdos ou remixar existentes de maneiras que desafiam as atuais leis de direitos autorais, criando disputas sobre propriedade intelectual e uso justo.

  7. Qualidade variável: Embora a IA possa automatizar muitas tarefas, a qualidade do conteúdo gerado automaticamente pode ser inconsistente, exigindo ainda a supervisão humana para garantir padrões elevados.

  8. Manipulação ética: O uso de IA para alterar a realidade nos vídeos pode levantar questões éticas, especialmente em contextos jornalísticos e documentais, onde a precisão e a autenticidade são cruciais.

Esses riscos precisam ser gerenciados cuidadosamente por empresas e profissionais da indústria para garantir que os benefícios da IA possam ser aproveitados sem comprometer a integridade, a criatividade e a segurança."


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