top of page

Para usar a IA com inteligência, é preciso pensar por conta própria

há 47 minutos
2 min de leitura

Em tempos de conteúdos de baixa qualidade produzidos com inteligência artificial, a EY decide recompensar os colaboradores que não terceirizam sua capacidade de raciocinar para essa tecnologia 


Se há algum tempo, as empresas distribuíam bônus para incentivar seus funcionários a usar a inteligência artificial, a EY decidiu seguir no sentido contrário. Recentemente, a divisão americana da firma de consultoria, auditoria e outros serviços, tomou uma decisão inusitada: recompensar os colaboradores que usam habilidades como adaptabilidade, inovação e capacidade de julgamento para que o uso da inteligência artificial no trabalho realmente faça a diferença. 

Mais do que incentivar a adoção dessa tecnologia, a EY espera ir além para tentar brecar a epidemia de preguiça mental que assola as empresas. Com o avanço acelerado da IA, a tentação de delegar todo o trabalho mental para os algoritmos é enorme. Muitos profissionais passaram a usar a tecnologia como atalho, gerando relatórios, textos e análises sem qualquer questionamento crítico - o que se chama de IA slop, ou seja, conteúdo de baixa qualidade produzido com inteligência artificial. 


O problema é que essa dependência cega cria uma falsa ideia de produtividade, quando, na verdade, o que entrega é superficialidade. E a EY tem companhia nesse movimento de valorizar as habilidades humanas. No caso, de outras duas Big Four do mercado de consultorias e auditorias: a KPMG, que mudou o treinamento dos estagiários para dar ênfase ao pensamento crítico e à capacidade de julgamento; e a PwC que tem valorizado não só a habilidade de interagir com a tecnologia, mas também características, como empatia e criatividade. Tem que usar a cabeça A inteligência artificial pode até sintetizar dados e acelerar tarefas operacionais, mas não possui repertório emocional, contexto cultural, senso ético ou visão estratégica. O diferencial está em saber o que fazer com as respostas fornecidas pela IA. Para extrair valor real dessa interação sem perder a essência do trabalho intelectual vale prestar atenção nestes pontos:

  • curadoria e questionamento - valide fontes, verifique as premissas e as respostas geradas para não cair na armadilha da alucinação e cometer erros crassos;

  • visão estratégica e criatividade - use o conteúdo gerado como ponto de partida para criar soluções personalizadas para problemas reais;

  • empatia e julgamento ético - tome decisões responsáveis em relação ao conteúdo criado pela IA - algo que nenhum algoritmo é capaz de fazer.

Boas ideias em modo turbo Na Jabuticaba Conteúdo, a gente faz questão de pensar por contra própria - e de usar a IA para aprimorar o Método Jabuticaba de Storytelling e deixar o resultado ainda melhor. Veja alguns exemplos de como a gente usa a tecnologia a favor de um trabalho bem-feito:

  • criação de roteiros - Geração de ideias iniciais, estruturação da narrativa, pesquisa de repertório e refinamento de ganchos criativos;

  • treinamentos - Desenvolvimento de conteúdos pedagógicos, simulações de cenários e personalização de trilhas de aprendizado.

  • edição de vídeos - Apoio na transcrição, corte inteligente de cenas, geração de legendas e otimização do fluxo de pós-produção.




 
 
LOGO_JABU_preto.png
  • Facebook - Black Circle
  • Vimeo - Black Circle
  • LinkedIn - Black Circle
  • YouTube - Black Circle
  • Instagram - Black Circle

Av. Ceci, 1081 Planalto Paulista - São Paulo CEP 04065-001

Copyright © 2019 Jabuticaba Conteúdo.

Todos os direitos reservados.

bottom of page